GPM Soluções e Sistemas

Introdução: o mito do “já temos rastreamento”

Grande parte das empresas acredita que já resolveu o tema frota porque possui um sistema de rastreamento veicular. O gestor vê os veículos no mapa, acompanha trajetos e recebe alertas básicos. A sensação é de controle. 

Mas a realidade operacional é outra. 

Rastreamento isolado entrega localização, não gestão. Ele responde onde o veículo está, mas não responde o que realmente importa para o negócio: 

  • Qual serviço esse deslocamento está executando? 
  • Quanto custa cada atendimento considerando frota + equipe? 
  • Esse trajeto gera receita ou só consome recurso? 
  • Onde está o gargalo que encarece a operação? 

Sem essas respostas, o custo da frota continua crescendo, invisível, pulverizado e fora do radar estratégico. 

O verdadeiro problema: frota desconectada da operação

O erro não está no rastreador em si. Está no fato de ele operar como uma ilha de informação. 

Na prática, quando o rastreamento não conversa com OS, equipes, materiais e financeiro, surgem problemas estruturais: 

  • Veículos rodando sem vínculo com ordens de serviço 
  • Dificuldade em calcular custo real por atendimento 
  • Falta de visibilidade sobre produtividade por km rodado 
  • Combustível tratado como custo genérico 
  • Decisões tomadas por feeling, não por dados 

O impacto é direto: 
📉 margem corroída 
📉 aumento de custo operacional 
📉 dificuldade de escalar sem perder controle 

Ver o carro no mapa não evita desperdício. Apenas o torna mais elegante. 

O que significa, de fato, controlar o custo da frota

  1. Controle real de frota começa quando o deslocamento ganha contexto operacional. 

    Isso significa: 

    • Cada veículo vinculado a uma OS 
    • Cada km rodado associado a uma entrega 
    • Cada custo conectado a um resultado 

    Quando a frota está integrada à operação, a gestão passa a enxergar: 

    • Qual tipo de serviço gera mais deslocamento 
    • Quais equipes são mais eficientes por rota 
    • Onde existem excessos de visitas 
    • Onde o custo não se paga 

    Aqui, o gestor deixa de perguntar “onde está o veículo?” 
    e passa a perguntar “esse deslocamento valeu a pena?”. 

Rastreamento isolado x rastreamento integrado

Rastreamento isolado: 

  • Mostra localização 
  • Gera alertas básicos 
  • Atua de forma reativa 
  • Não conversa com OS, equipes ou financeiro 

Rastreamento integrado: 

  • Conecta frota à execução em campo 
  • Mede custo por serviço 
  • Apoia planejamento e roteirização 
  • Alimenta indicadores estratégicos 

A diferença não é tecnologia. 
É maturidade de gestão. 

Como a GPM transforma frota em ativo estratégico

A GPM Soluções não trata frota como um módulo isolado. Ela integra o rastreamento à operação como um todo. 

Na prática, isso gera: 
✔ Veículo vinculado à Ordem de Serviço 
✔ Deslocamento conectado à execução em campo 
✔ Dados de frota integrados ao financeiro 
✔ Indicadores claros de custo x produtividade 
✔ Visão unificada da operação em tempo real 

Com isso, a frota deixa de ser apenas custo fixo e passa a ser variável estratégica, controlável e otimizada. 

Conclusão: localização não é gestão

Se o seu sistema mostra onde o veículo está, mas não mostra quanto ele custa e quanto ele entrega, você não tem controle, tem apenas visibilidade parcial. 

Empresas que integram frota, dados e operação: 

  • Reduzem deslocamentos improdutivos 
  • Aumentam produtividade em campo 
  • Protegem margem 
  • Escalam com governança 

👉 Rastreamento isolado é o mínimo. Gestão integrada é o diferencial competitivo. 

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